Neste blog de flores pretendemos falar deste mundo florido e cheio de cor.
Entre arranjos, arbustos e até plantas medicinais, queremos dar a conhecer todas as ideias e truques possíveis para um mundo muito mais colorido.
Oferecemos inspiração para uma paixão comum, as flores - exteriores, interiores, estejam onde estiverem, são a nossa motivação para sorrir todos os dias.
Esta paixão leva-nos até si. Visite: Blog Flores
Já lhe aconteceu cair de amores por uma planta viva, verdejante e colorida no mercado, levá-la para casa feliz da vida, e passado uns tempos ela começar a ficar triste, murcha, acabando por secar?
Que atire a primeira pedra aquele a quem isto não aconteceu!
Na maioria das vezes nas plantas secas o que acontece é as folhas desprenderem-se, as restantes débeis e a terra seca.
Neste caso, deve primeiro sacudir delicadamente a planta para remover as folhas mortas.
Em seguida, mergulhar o vaso numa bacia maior com água, mas sem fertilizante. Nunca se deve adubar quando a planta está seca.
Deixe o vaso submerso cerca de 10 minutos até a terra encharcar e volte a ter um volume adequado. A planta deve ser bem regada para estimular a hidratação. Após este tempo, remova a planta e deixe escorrer.
Se a planta esteve exposta numa área iluminada, é aconselhável removê-la para uma mais protegida da luz, dando tempo para que recupere o seu sistema radicular. Quando a planta recuperar o seu vigor, pode colocá-la no local anterior.
Nas semanas seguintes ainda podem cair algumas folhas e, inclusive, pontas de alguns ramos podem secar.
É nesta altura que deve manter a planta devidamente regada.
A partir da segunda semana, pode os ramos danificados e adube-a.
As folhas murchas é sinal de desidratação, então borrife as folhas e evite as flores. Borrife até pingar água. Verifique a terra e se estiver seca aguarde até sair água pelos furos.
A causa para a saúde frágil da sua planta pode ser a escassez de espaço para crescer, o que impede as raízes de se desenvolverem e fornecerem os nutrientes necessários às folhas e caules.
Assim, como primeira abordagem, sugerimos-lhe que mude a planta para um vaso maior. Cerca de três centímetros em diâmetro devem ser suficientes para que as raízes se desenvolvam e a planta prospere, sem o risco de ser demasiado grande para o seu tamanho.
Saiba como recuperar as plantas secas
Informe-se bem sobre as características de terra e de nutrientes de que a sua planta em específico necessita. Para isso utilize a internet ou as etiquetas que normalmente são fornecidas com a compra das plantas, se ainda as tiver.
Pode também tentar adubos naturais, como cascas de ovos, borras de café ou cascas de frutos, mas se conseguir produzir o seu próprio composto, ou adubo, conseguirá um produto de muito melhor qualidade e ainda poupará dinheiro, além de ser benéfico para o meio ambiente.
Observe o comportamento da planta por alguns dias. O ideal é que o solo permaneça húmido e aos poucos ela vá recuperando o seu vigor. Se isso não acontecer, infelizmente era tarde demais para a sua plantinha.
Nome Científico: Campanula persicifolia
Nomes Populares: Campânula
Família: Campanulaceae
Categoria: Flores, Flores Perenes
Clima: Subtropical, Temperado
Origem: Ásia, Europa
Altura: 0.4 a 0.9 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Bienal, Perene
Sobre a Campânula
A Campânula é original do norte de Itália e a explicação de seu nome encontra-se na sua forma de “sino”.
Também conhecida pelo nome de Rapunzel, e, tal como no conto dos Irmãos Grimm, em que a bela jovem solta o seu longo cabelo do topo da torre, as hastes verdes da Campânula também crescem rápido, e de forma abundante, trepando qualquer superfície, podendo ser encontrada como se fosse um tapete natural ao longo de formações rochosas.
No lendário conto, Rapunzel com seu canto atrai um belo príncipe que sobe a torre escalando através do seu cabelo.
A Campânula também tem o poder de atracção graças às suas atraentes flores e o seu ar alegre e primaveril.
Características das Campânulas
As campânulas encontram-se classificadas dentro do grupo de ervas perenes que conformam a família das Campanulaceae. Estas plantas são originárias da Transilvânia e também da zona dos Montes Cárpatos, por isso conhece-se também como Candeeiro dos Cárpatos.
Esta planta é de grande beleza e conta com umas folhas especiais de tipo dentadas. Desta forma possuem forma oval. As flores que esta planta produz possuem uma forma característica de sino pelo qual se as conhece como campânulas.
Suas folhas são ovais acuminadas levemente denteadas nas bordas, com dois tipos formato de folhas, as formadas na base têm pecíolos e as que acompanham o pendão floral são sésseis, saindo direto do talo.
Suas flores têm a forma de um pequeno sino, pendente, de cor azul e se apresentam reunidas em inflorescência do tipo espiga.
Além de ser uma flor linda e vistosa, a campanula tem uma outra vantagem para quem escolhe plantá-la no próprio jardim, o período de floração, que é bem mais longo que tantas outras espécies. As flores da campanula aparecem do final da primavera até o início do verão, porém, elas normalmente surgem no segundo ano depois que foram plantadas.
Quando não é época da floração, elas ainda ficam com espigas eretas, mesmo assim com muitas flores grandes, sempre em forma de sino, algumas são normais e outras se apresentam dobradas, as cores variam, podem ser: azul, branca, roxa ou rosa.
A diferença de tonalidade dependerá do cultivar.
A Campanula persicifolia é uma planta perene, herbácea e muito florífera, originária de regiões alpinas da Europa e oeste da Ásia.
Graças a sua resistência ao sol se plantada em locais de clima ameno, podemos utilizá-la tanto em vasos na varanda quanto em grande quantidade formando moitas densas e floridas na base de árvores maiores.
Floresce do final da primavera ao verão, despontando inflorescências em ramos terminais, com flores grandes e em formato de sino aberto, terminando em cinco pontas como uma estrela. Elas podem ser azuis, brancas, lilás ou róseas, de acordo com a cultivar.
Após a floração, pode-se cortar fora as flores velhas, estimulando assim um novo florescimento. Multiplica-se por divisão das touceiras, estaquia e por sementes. As sementes germinam entre 14 e 28 dias, necessitam de luz e substrato mantido húmido.
Logo após a germinação podem ser cobertas com um fina camada de substrato e devem ser transplantadas para os saquinhos quando tiverem duas folhas verdadeiras.
As mudas devem ser beliscadas durante o desenvolvimento, para que produzam touceiras mais densas. https://youtu.be/gos72PqMWZg
Cultivo da Campânula
As campânulas adicionam delicadeza e charme ao jardim. Suas flores azuladas combinam perfeitamente com jardins no estilo inglês “Cottage“, informais e com uma aura campestre e romântica ao mesmo tempo.
Para um efeito mais interessante convém plantá-la em grupos, formando maciços ou em bordaduras mistas. Versátil, é comum o seu uso para cobrir o caule desfolhado de arbustos e roseiras.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera o calor forte do verão.
MUDAS E PROPAGAÇÃO
Depois de estabelecido o canteiro, uma forma de propagação é a vegetativa, retirando pedaços do rizoma da touceira para transplante.
Mas também podem ser usadas suas sementes para a propagação, semear depois de passado o frio, na primavera ou verão, em caixotes com composto orgânico. O tempo de germinação poderá ir de 7 até 21 dias conforme a temperatura da região.
Semear a uma profundidade de 0,5 cm, umas 4 a 5 sementes / cova, cobrindo com areia ou terra seca peneirada. Regar e conservar o substrato levemente úmido com regas frequentes.
Deixar em local protegido do sol e das chuvas. O transplante poderá ser feito quando a muda atingir cerca de 10 cm de altura, para canteiros ou vasos.
As mudas devem ser beliscadas durante o desenvolvimento, para que produzam touceiras mais densas.
REGUE AS CAMPANULAS REGULARMENTE
A flor deve ser regada de uma a duas vezes por semana durante a primavera, verão e outono. Já no inverno, diminua a irrigação para uma vez a cada duas semanas.
Em dias chuvosos, evite regar as plantas para que elas não fiquem encharcadas e apodreçam. É fundamental que ela receba a luminosidade e irrigação que precisa para florescer e permanecer sempre bela.
Significado das Campânulas
A esperança é o principal significado desta planta. Por isso oferecer uma destas flores como presente a alguem que perdeu um amor ou um ente querido, é uma boa forma de o consolar.
Mais informações na wikipedia.
As flores talvez sejam uma das melhores criações da natureza, e embora tenham uma vida predominantemente curta, elas têm significados poderosos.
A sua beleza, fragrância e cores brilhantes têm a capacidade de evocar emoções e sentimentos em nós, seres humanos, provocando sorrisos, elevando os nossos espíritos e, em alguns casos, até melhorar a saúde.
As flores Flores Mais Bonitas:
Tulipas
O charme das tulipas está nos seus longos caules com folhagem encorpada e botões fechados e elegantes. Presentear com tulipas é sinal de bom gosto e por isso é ideal para causar uma boa impressão.
A flor é originária do continente europeu e precisa de um clima frio para se desenvolver, entretanto pode ser cultivada em países tropicais como o Brasil, com o auxílio de técnicas como estufa refrigerada.
Lisianthus
O Lisianthus é um dos tipos de flores ornamentais mais delicados e sofisticados que existem. Originárias das regiões desérticas dos Estados Unidos, como Arizona e Texas, vem ganhando cada vez mais espaço no mercado brasileiro.
Embora seja encontrado em ambientes mais secos, precisa estar próximo a rios ou solos ricos em água para apresentar um bom desenvolvimento.
Orquídeas
As orquídeas são flores muito resistentes, porém necessitam de alguns cuidados muito especiais para crescerem e florescerem de maneira saudável. O principal cuidado diz respeito à irrigação da planta: deve estar sempre húmida, mas jamais deve ser encharcada.
Além disso, precisa estar num ambiente ventilado e bastante iluminado, mas sem incidência directa da luz do sol.
Protea
São flores muito bonitas e de bastante durabilidade, que podem atingir entre 12 a 30 centímetros de diâmetro.
Existem mais de 60 géneros e cerca de 1400 espécies conhecidas desta flor, assim como imensas variedades de diversas cores e feitios.
O outono é uma época excelente para a Protea cynaroides, ou prótea-real: é normalmente nesta altura que os botões de flores começam a brotar. A floração – exuberante, colorida e exótica – virá em pleno na primavera.
Nome Científico: Dianthus chinensis
Nomes Populares: Cravina
Família: Caryophyllaceae
Categoria: Flores Perenes
Clima: Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia, Europa
Altura: 0.1 a 0.3 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Bienal, Perene
Descrição da Cravina
A Cravina também conhecida como Dianthus chinensis, pequena planta florífera nata da Ásia caracteriza-se graças à presença de lindas flores formadas por várias pétalas longas.
Geralmente possuem cores quentes e de diferentes tonalidades no centro e na borda.
Cravina - colorida e fácil de manter em vaso ou jardim
Folhas estreitas que lembram o cravo, toda a planta exala um persistente odor.
Planta herbácea de carácter semi-perene, de folhas e caule verde-acinzentado e entrenós de verde mais claro amarelado.
As flores são simples, de pétalas recortadas na ponta, cálice estreito, podendo se apresentar do branco ao carmim e também bicolores.
Precisa de solo bem drenado, adapta-se bem ao pH dos solos (salinos e alcalinos).
Tolera a poluição atmosférica e a exposição marítima. Exposição solar e tolera temperaturas até cerca de -10ºC. Em climas húmidos pode ganhar fungos.
As sementes podem ser semeadas em vasos, sementeiras ou outros recipientes.
Como Plantar Dianthus chinensis
As cravinas são plantas fáceis de florescer, mas também fáceis de definhar, pois agentes abióticos de regiões diferentes interferem bastante em seu desenvolvimento.
É bastante comum observar que as cravinas não se desenvolvem completamente se expostas em locais com muito sol ou com muita sombra, sendo necessário haver um intermédio entre esses dois fatores.
Como são flores menores em tamanho, são mais sensíveis, e por isso depreendem uma atenção exclusiva por parte de quem tem a intenção de tê-las em seu jardim.
O ideal é plantar as cravinas em vasos, pois dessa forma será possível removê-las de intempéries que podem atrapalhar em sua plenitude, tal como chuvas fortes e ventos fortes.
O principal motivo em se plantar cravina em um vaso, tem como objetivo a facilidade em transportá-la para sombra quando houver temperaturas elevadas, e transportá-la para o sol quando houver muito tempo de chuva ou tempo nublado.
Se a cravina for plantada no solo, espera-se que seja numa região arejada, e não exposta.
Semeie a Cravina superficialmente em solo húmido
A germinação das sementes normalmente ocorre de uma a quatro semanas e o transplante para o local definitivo pode ser feito quando as mudas estiverem com 5 ou 6 semanas de vida.
Em regiões de clima frio, floresce principalmente no fim da primavera e no verão. Em regiões com inverno relativamente ameno, pode chegar a florescer durante todo o ano.
Paisagismo
A flor é pequena e com grande variedade de cores vivas, muito aromática e amiga das abelhas, é uma ótima opção para você cultivar na primavera.
É fácil de manter, muito resistente e duradoura. Não deve ser mantida em ambientes internos devido à sua necessidade de sol direto.
Cultivada como bordadura de canteiro, tende a formar densas touceiras.
Para preenchimento de maciços a pleno sol, em vasos e em conjunto com lobélias e alissos em vasos tipo bacia tem belo efeito ornamental sobre gramados.
Mistura para solo
A terra adequada para o cultivo de cravinas é uma mistura de terra orgânica bem adubada e areia grossa, a 50%, que você vai usar para encher as covas, nos canteiros, os vasos e jardineiras.
Não se esqueça da camada de pedrisco forrando o fundo, pois a cravina (Dianthus chinensis) não aceita encharcamento do solo.
Utilize um solo rico em matéria orgânica e com boa drenagem para que o acumulo d’água não estimule a propagação de fungos que podem trazer doenças as suas plantas.
Para isso misture fertilizante orgânico e areia grossa ao solo onde pretende plantar a Cravina.
Irrigue de forma a mantê-lo sempre ligeiramente úmido, em dias alternados geralmente é o suficiente para épocas não muito secas ou quentes
Época de floração
Em regiões de clima frio, floresce principalmente no fim da primavera e no verão. Em regiões com inverno relativamente ameno, pode chegar a florescer durante todo o ano.
Adubação
Prefere fertilizante orgânico.
Curiosidades Sobre As Cravinas
– A origem da cravina vem da China e outros países asiáticos, que possuem grande amor e respeito pela planta.
– A cravina precisa de luz solar, mas não pode ficar em ambientes abafados.
– Regiões com sombras são as ideias para as cravinas, conferindo longevidade a flor.
– Atualmente, a cravina supera o número de 300 espécies.
– A cravina atrai pássaros, abelhas e borboletas, pois possui um aroma e seiva agradável.
– Para evitar a presença de predadores, é importante pulverizar venenos naturais feito de forma caseira ou comprados em lojas de jardinagem.
– A cravina é um tipo de flor ornamental que pode estar presente em jardins e em espaços internos da casa, para conferir beleza e requinte ao ambiente.
– Apesar de ser cultivada como uma planta ornamental, a cravina ainda é presente em vários Países em sua forma selvagem.
– Apesar de não sobreviverem a ambientes quentes, a cravina se desenvolve melhor no verão.
– A cravina irá florescer plenamente debaixo do sol, porém, não atingirá seus anos de vida completamente.
– Não é indicado regar a cravina com frequência, sendo necessário apenas duas vezes por dia.
– Os principais predadores da cravina são as lesmas e caracóis.
A cravina é uma planta fácil de cuidar e pode ser cultivada em jardins, vasos e jardineiras. Suas flores, além de serem muito bonitas, são geralmente perfumadas, e podem ser usadas como flores de corte.
Da mesma família são os cravos ou craveiros (Dianthus caryophyllus) que são maiores do que as cravinas e tão aromáticos quanto.
Nome Científico: Kalanchoe tomentosa
Nomes Populares: Orelha-de-gato, Planta-panda
Família: Crassulaceae
Categoria: Cactos e Suculentas, Folhagens
Clima: Continental, Equatorial, Mediterrâneo, Semi-árido, Subtropical, Tropical
Origem: África, Madagáscar
Altura: 0.3 a 0.4 metros, 0.4 a 0.6 metros
Luminosidade: Luz Difusa, Meia Sombra
Ciclo de Vida: Perene
Sobre a Orelha-de-gato
Obtenha um excelente contraste com a orelha-de-gato em canteiros bem drenáveis, assim como vasos e jardineiras plantadas. A cor cinza prateada desta planta chama a atenção por si só, além de enaltecer a cor das outras espécies.
Utilize-a em jardins desérticos ou do tipo “xeriscape”, com baixa necessidade de água, combinando com outras espécies que apreciem este habitat, como suculentas, cactos, agaves, etc.
A textura macia e delicada a tornam uma planta de escolha também para jardins sensoriais, vistos não somente com os olhos, mas também com as mãos.
Cultura da Planta-panda
- Luz: sol ou sombra leve.
- No inverno, como no verão, gosta de um lugar com muita luz, mas de preferência mais frio.
- Temperaturas: precisa de algum calor no inverno para evitar a perda de suas folhas.
- Segurança mínima, 8 ° C, no entanto, pequenos mínimos pouco prolongados não afectam demais.
- Humidade: as folhas peludas têm medo da humidade e rotem facilmente quando a água condensada estaca entre os cabelos muito finos.
- Substrato: bem drenado, adicionando 15% de turfa ou manto foliar.
- Irrigação: água com moderação. Um pouco de humidade no inverno se mantido fora do tempo frio.
- Fertilizante: escolha um fertilizante para cactos.
- Multiplicação: semente ou corte na primavera.
Em áreas de clima subtropical a temperado, convém levar as plantas para ambientes internos ou estufas no inverno, e assim protegê-las do frio. Jamais utilizar pratos sob o vaso desta suculenta, sob pena de provocar o rápido apodrecimento de suas delicadas raízes.
Não há regra específica para como regar as plantas em vaso.
Esqueça os conselhos do tipo “rega duas vezes por semana” porque vai incentivá-lo a cometer erros, regando demais ou não o suficiente.
Mais vale avaliar as necessidades da planta e responder de maneira apropriada. Se for noviço, não se preocupe: aprende-se muito depressa!
Como regar as plantas | Qual a quantidade?
Em primeiro lugar, tenha em mente que não há regras para regar as plantas.
A quantidade varia conforme o volume do vaso e o tamanho da planta. Um vaso pequeno seca mais rapidamente do que um vaso grande. Na prática, traga a água necessária para manter a superfície da terra húmida ao toque, mas também não encharque a terra.
Não deixe o prato cheio de água permanentemente: as plantas não suportam ter as raízes mergulhadas na água e apodrecem facilmente, existindo no entanto algumas excepções.
A última precaução a ter com a rega das suas plantas em vaso, especialmente no interior e, certifique-se que a água não está demasiado fria. Uma água fria provoca um stress considerável numa planta de interior principalmente durante o inverno.
As suas raízes podem contrair-se, fazendo murchar a planta enquanto a terra estiver molhada!
Mais vale deixar a água ficar á temperatura ambiente durante algumas horas antes de a utilizar. Ou então, utilizar uma água tépida (20°C apenas) no seu regador no momento da rega.
Como regar as plantas durante as férias?
Quando vai de férias surge sempre a dúvida: “A quem posso pedir o favor para me regar as plantas?…”. Pode esquecer os favores, deixamos aqui uma solução para que as plantas se reguem a elas próprias durante as suas férias!
Para esta solução simples e barata precisa apenas de uma garrafa de plástico por vaso. Se o vaso for muito grande, podes coloca duas garrafas para que a quantidade de água seja dispensada de uma forma mais homogénea.
Faça um furo na tampa da garrafa. Antes de inserir a garrafa de água nos vasos com a tampa dentro da terra, regue bastante até o solo estar saturado, senão a garrafa vai esvaziar-se muito rapidamente. https://youtu.be/iknW2FYCUTY
Para vasos maiores ou períodos mais longos, podes enterrar uma garrafa de plástico com vários furinhos, deixando apenas a abertura de fora. Quando fores viajar é só encher a garrafa de água.
A água vai sendo libertada à medida que a planta precisar.
A Astilbe é uma planta perene que pertence à família Saxifragaceae. As suas folhas são decíduas e as suas plumas são de várias cores e muito vistosas.
Esta é uma planta que se dá bem em solos húmidos e para crescer correctamente é fundamental que esteja situada num local com alguma sombra.
A Astilbe é, sem dúvida, um elemento essencial para a decoração de um jardim florido e a sua plantação deve ser sempre realizada no início da primavera.
A Astilbe é natural da América do Norte e Europa, das áreas mais a norte onde o clima é frio e húmido. Elas crescem melhor nessas áreas, embora elas possam crescer um pouco mais próximas do Equador à medida que recebam um bocado de sombra e água.
A astilbe é uma planta de cobertura de solo ideal para os recantos sombrios do jardim.
Em Junho – Julho a sua floração de cores vivas ilumina as zonas mais sombrias. Também pode plantar as astilbes num local ensolarado desde que o solo esteja fresco em permanência, como por exemplo junto dum lago.
Esta planta necessita de um teor elevado de humidade durante o seu cultivo, quer no solo quer na atmosfera.
Gosta de solo húmido mas não encharcado. Prefere solos ricos em matéria orgânica, férteis, húmidos e bem drenados.
No Verão não gostam de solos secos.
A Saxifragaceae é resistente a pragas e doenças
No entanto é susceptível aos ataques de oídio (pó branco).
Utiliza-se em canteiros, bordaduras e em vaso.
Mais info na wikipédia:
Nome Científico: Clerodendrum quadriloculare
Nomes Populares: Clerodendro-cotonete, Flor-cotonete, Chuva-de-fogo, Fogos-de-artifício, Clerodendro, Chuva-de-estrelas, Estrela-cadente, Árvore-do-cotonete
Família: Lamiaceae
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Árvores, Árvores Ornamentais
Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia, Filipinas, Nova Guiné, Oceania
Altura: 2.4 a 3.0 metros, 3.0 a 3.6 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Sobre a Clerodendro-cotonete
Esta árvore costuma chama a atenção pela forma particular das suas flores, que, quando em botão, lembram… cotonetes, como o seu nome popular bem aponta.
A espécie é do género Clerodendron (Clerodendron quadriloculare), o mesmo de algumas trepadeiras frequentemente utilizadas em paisagismo como a lágrima-de-cristo e o clerodendro vermelho.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano de plantação.
Após o pleno estabelecimento o clerodendro-cotonete torna-se tolerante a curtos períodos de estiagem, assim como períodos excessivamente chuvosos, sujeitos a encharcamentos.
Aprecia o calor e humidade tropicais. Sob geadas ou frio intenso, ressente-se, perdendo todas as folhas e eventuais botões.
Fertilize mensalmente na primavera e verão, com adubos próprios para o florescimento. Multiplica-se por sementes, mas mais comum por separação dos brotos que surgem espontaneamente entorno da planta mãe.
Floresce na primavera, despontando inflorescências terminais e do tipo panícula, densas, com numerosas flores tubulares e longas, semelhantes a cotonetes quando ainda fechadas, e que se abrem em cinco pétalas recurvadas, revelando os estames.
O cálice das flores é vermelho e a corola pode ser rósea ou branca.
Os frutos que se seguem são drupas elipsóides de cor violácea, com quatro lóculos, o que lhe rendeu o nome botânico ‘quadriloculare‘.
Utilizações da Flor-cotonete:
Planta ornamental que pode ser cultivada como planta isolada, em pequenos grupos, como cerca viva e em grandes vasos.
Uma planta espectacular e ainda pouco utilizada no paisagismo, o clerodendro-cotonete pode ser conduzido isolado, como ponto focal, ou em grupos e renques. Como cerca-viva oferece privacidade à propriedade.
A folhagem escura pode vir a oferecer um excelente pano de fundo para outras espécies menores e de cor verde mais clara. Além disso, a floração exuberante atrai muitos visitantes graciosos, como beija-flores e borboletas.
Mais informações aqui.
Nome Científico: Heliconia rostrata
Nomes Populares: Helicônia, Bananeira-do-brejo, Bananeira-ornamental, Caetê, Papagaio
Família: Heliconiaceae
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: América do Sul, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname, Venezuela
Altura: 1.2 a 3.6 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Descrição da Heliconia
O género Heliconia pertencem planta herbácea perene, atingindo uma altura de três metros e é uma reminiscência de uma banana.
As helicónias (Heliconia sp.) pertencem à família das Heliconiaceae e são nativas das Américas tropicais, desde o Trópico de Câncer no México Central ao Trópico de Capricórnio na América do Sul, incluindo as Caraíbas.
Ela pertence à família das Heliconiaceae, mas já pertenceu à família das Muzaceae que é a família das bananeiras, e por ter tido uma reclassificação as Helicônias ganharam sua própria família.
As Helicônias tem uma folha que lembra a folha da bananeira, mas elas são diferentes, são um grupo de plantas com características bem específicas, e por isso ganharam a sua própria família.
Existe ainda um grupo distinto de helicónias, distribuído desde a Samoa (Oceano Pacífico) até à ilha central da Indonésia (Sulawesi), em que as brácteas e as flores são verdes.
Heliconia terreno diferente hastes curtas, rizomas e folhas grandes, além disso, bainhas foliares geralmente formam uma haste falsa.
Nome da família do vegetal fala por si: folhas de Heliconia são similares na aparência às folhas de bananas têm o mesmo veios e diferente tamanho grande.
Assim, eles podem ter um comprimento de três metros e um metro de largura.
Devido ao facto de as folhas desenvolvem em estreita Helicon pseudostem, eles têm uma forma assimétrica. Mas ao contrário da folha de bananeira Heliconia dispostos em duas linhas.
Essas flores pendem da planta e proporcionam um belo espectáculo de cor contrastante com o verde forte desta planta. Geralmente a flor possui uma cor vermelha intensa no centro, adquirindo uma tonalidade amarelada e esverdeada conforme vai se aproximando das bordas.
A Heliconia quando adulta forma touceiras muito belas que lembram pequenas bananeiras
Esta planta é cultivada em ambientes domésticos para fins estéticos (como ornamentar jardins) ou como decoração de muros, ou como flores de corte.
Quando bem cuidada e irrigada, essa planta floresce o ano inteiro, preferindo períodos mais quentes como primavera e verão. É uma planta que não se adapta bem a extremos de temperatura.
O solo deve ser rico em matéria orgânica e fértil, e a planta também precisa de irrigação frequente. A plantação é feita a espaçamentos de no mínimo 80 centímetros, sendo que os rizomas são depositados a 10 centímetros de profundidade.
A irrigação deve ser abundante, principalmente após a emissão das folhas, mantendo a humidade do solo. Em locais secos, é recomendável realizar irrigações duas a três vezes por semana, evitando-se encharcar o solo. Os métodos mais indicados são o gotejamento e a aspersão baixa.
FLORES
O tipo de inflorescência desta planta é incomum relativamente às outras helicônias. São inflorescências pendentes, e o comprimento varia com o número de flores.
As brácteas de cores vermelho, verde e amarelo, envolvem e protegem as flores, muito vistosas, de intenso e exuberante colorido e, na maioria das vezes, com tonalidades contrastantes. As flores surgem do interior das brácteas, e produzem um néctar que serve de alimento para muitos pássaros, especialmente beija-flores.
Helicónia Rostrata (Bananeira-do-brejo) atrai também diversas outras variedades de pássaros, por isso é muito plantada em jardins e outros locais com o objetivo de atrair esses animais.
São consideradas geófitas, ou seja, se reproduzem não somente pelas suas sementes, mas também por seus órgãos subterrâneos especializados, cuja principal função é servir como fonte de reservas, nutrientes e água para o desenvolvimento sazonal.
Se bem adubada e irrigada, esta helicônia produz flores durante o ano todo, mas principalmente nos meses mais quentes.
São excelentes para jardins decorativos externos, pois formam touceiras de bela aparência com folhas grandes e verdes lembrando pequenas bananeiras. Não necessita replantio. https://youtu.be/OVegFXPPgRw
Dicas de Cultivo
Algumas helicônias gostam de sol, outras de meia sombra. A Heliconia rostrata pode ser cultivada tanto no sol, como na meia sombra.
E fica linda como planta isolada, formando um grande grupo de destaque no jardim e também formando renques. Ela é originária da Amazônia peruana e brasileira, principalmente do Acre e atinge de 2 a 3m de altura.
A Heliconia Rostrata (Bananeira-do-brejo) não tolera estiagem, gostando de unidade moderada. Por isso em períodos de seca aumentar a quantidade de irrigações. Como também não suporta o frio intenso ou geadas, a planta deve ser protegida com lonas na ocorrência desses fenômenos.
A ocorrência de ventos fortes também prejudica a planta, principalmente se for cultivada com intenções ornamentais, pois o vento rasga suas flores e folhas.
Substrato fértil
As helicônias em geral gostam de terra fértil, pois são plantas de mata, e gostam de ser irrigadas a intervalos.
Flor de corte
As inflorescências são formadas durante quase o ano todo, por isso que ela também é cultivada para produção de flor de corte para compor arranjos florais.
Multiplicação
Ela se multiplica por divisão de touceira e por sementes. É uma planta espaçosa, que vai se espalhando e com o tempo talvez precise ser controlada.
Essa helicônia não gosta de baixas temperaturas de inverno, sendo indicada para cultivo nos trópicos e subtrópicos quentes.
Paisagismo
Esta planta é cultivada em ambientes domésticos para fins estéticos (como ornamentar jardins) ou como decoração de muros, ou como flores de corte. Quando adulta forma touceiras muito belas que lembram pequenas bananeiras.
Nome Científico: Portulaca grandiflora
Nomes Populares: Onze-horas, Portulaca
Família: Portulacaceae
Categoria: Cactos e Suculentas, Flores Anuais, Forrações ao Sol Pleno
Clima: Continental, Equatorial, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: Argentina, Brasil, Uruguai
Altura: 0.1 a 15 cm
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Anual, Bienal, Perene
Onze-horas é planta parente dos cactos e outras suculentas
O nome surge porque as suas flores começam a abrir próximo das 11 horas. A capacidade de se abrir no período de maior incidência do sol é uma característica que já tornou essa flor popular alguns anos atrás.
A Portulaca é uma planta herbácea, anual, prostrada e suculenta. As suas folhas são carnudas, arredondadas e de cor verde ou avermelhada (quando expostas diretamente à luz solar).
Possui uma abundante e atraente floração em tons de rosa, vermelho, amarelo, laranja ou púrpura e podemos encontrar, em simultâneo, flores com cores diferentes na mesma planta.
Esta pequena herbácea, de 20 cm de altura, é muito versátil tendo uma ampla aplicação paisagística. Ela é adequada a formação de maciços, bordaduras e grupos irregulares, assim como se adapta muito bem ao plantio em vasos, jardineiras e cestas suspensas.
Típica do Brasil, mas também encontrada nos vizinhos Argentina e Uruguai, a onze-horas é ideal para ser usada em bordas de canteiros, fazendo um efeito bonito especialmente em jardins rochosos .
É uma flor de ciclo de vida anual, que seca e morre passados, no máximo, 12 meses - você pode tirar mudas dela antes disso ou plantar uma nova leva.
Prima dos cactos, ela gosta de torrar no sol, mas também pode ser cultivada a meia sombra, em solo composto de terra e areia em partes iguais, acrescido de húmus de minhoca ou composto orgânico a cada três meses.
Plantas como as onze-horas possuem uma grande vantagem frente as demais, já que se adaptam melhor aos extremos do clima, sobrevivendo por bastante tempo sem água ou nutrientes, se nutrindo apenas do que já está armazenado.
O melhor local para cultivo é aquele em que mais bata sol, já que ela não tem restrições quanto às radiações em excesso, pois o sol ajuda no florescimento e abertura das flores.
Ao contrário do que se possa pensar, essa não é planta difícil de ser cuidada, basta que se tenha os cuidados básicos e certamente o resultado será o melhor possível.
As folhas da portulaca ou são pequenas, lineares e cilíndricas
As flores são vistosas nas cores branca, rosa, laranja, carmim, amarela e magenta.
A floração da onze-horas ocorre principalmente na primavera e no verão, durante os meses mais quentes do ano. As flores abrem e fecham diariamente, mantendo o ambiente colorido durante o período de luminosidade mais intensa.
Necessita de muito sol, solo rico em matéria orgânica e permeável.
Típica do Brasil, mas também encontrada nos vizinhos Argentina e Uruguai, a onze-horas é ideal para ser usada em bordas de canteiros, fazendo um efeito bonito especialmente em jardins rochosos . É uma flor de ciclo de vida anual, que seca e morre passados, no máximo, 12 meses.
Plantas suculentas como as onze horas têm a enorme vantagem de serem adaptadas a climas extremos, podendo sobreviver muito tempo sem rega ou nutrientes, caso necessário, apenas com o que está armazenado no seu interior.
Como devem ser as regas da onze-horas em vasos ou jardins
Se a planta estiver em canteiro, regue de duas a três vezes por semana, de acordo com a incidência de sol. Já se tiver plantado a onze-horas em vaso ou jardineira, diminua as regas para uma ou duas vezes por semana. Prefira cultivá-la em ambiente externo porque as suas flores atraem abelhas.
Fácil de plantar e pouco exigente em cuidados durante o desenvolvimento, a onze-horas possui pétalas delicadas em várias cores vibrantes, tornando-se uma bela flor para ornamentação.
PLANTIO
– Cultivar em canteiros, revolver a terra e adicionar a mistura acima, nivelando antes de plantar.
Abrir o buraco suficiente para acomodar o torrão, puxando a terra com as mãos ao seu redor e apertar de leve para fixar.
Para plantar em canteiros, usar o espaçamento de 10 cm entre plantas e 30 cm entre linhas.
Regar após finalizar.
– Para vasos, colocar pedrinhas no fundo do vaso e areia húmida.
Colocar a mistura recomendada e plantar a muda, regando bem a seguir e nos próximos dias, depois espaçar as regas.
Para vasos usar 10 cm entre plantas para ficar com mais flores.
Como reproduzir: Multiplica-se por meio de sementes produzidas em grande quantidade, e podem ser semeadas na primavera e no verão.
Propagação da Portulaca
Para fazer a propagação da portulaca usar a técnica das sementeiras.
Preparar a sementeira que poderá ser num caixote ou sementeira comercial com terra comum ou composto orgânico misturado com areia, nivelando e regando com jato fino.
As sementes são muito pequenas e então poderá misturar um pouco de areia peneirada ou pó de café seco.
Assim visualizará onde semeou.
Cobrir a sementeira com plástico e aguardar a emergência.
Transplantar para sacos de cultivo quando crescer uns 3 cm. https://youtu.be/dCYr5DV4OcA
Curiosidades: O nome da família, Portulacaceae, deriva do latim Portula (porta pequena) referindo-se à cápsula (onde estão as sementes) que se abre através de uma tampa/porta;
A Portulaca é uma planta da mesma família da Beldroega; As espécies ornamentais mais encontradas são a Portulaca grandiflora e a Portulaca umbraticola. A principal diferença entre as duas encontra-se nas folhas, pois as da P. grandiflora são cilíndricas e pontiagudas;
A Portulaca é reconhecida como um híbrido; Atrai abelhas e borboletas para o jardim, durante o verão.
DICA - As onze-horas devem ser plantadas primeiramente em potes, os mesmos que se faz o cultivo inicial do morango, ou ainda em potes de argila juntamente com as bolsas próprias para o plantio. É complicado de se manter outras plantas com a hidratação adequada.
Mais info na wikipedia
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Mademoiselle Azzaro é um perfume Floral Frutado Feminino. Esta nova fragrância Mademoiselle foi lançada em 2015.
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Mademoiselle Azzaro: a parisiense num frasco de perfume.