1,5 milhões de classificações
277 mil classificações

Viste? É para isso mesmo que a aplicação é perfeita.

Parece-me ótimo. Ahhh, não quero isso!

Utilizações do Bicarbonato de Sódio no seu jardim ou horta

Utilizações do Bicarbonato de Sódio no seu jardim ou horta

O bicarbonato de sódio é um item básico que não pode faltar na sua casa. Já deve ter ouvido falar bastante nele, mas conhece as inúmeras funções deste pozinho super-versátil?
O bicarbonato de sódio pode ser empregado para fortalecer as plantas do seu jardim, potencializando o processo natural de fotossíntese e, fortificando e fazendo as folhas crescerem mais.
Deve experimentar o bicarbonato nas folhas, porque ele não é benéfico para todas as plantas.
Pulverize uma mistura de um pouco de bicarbonato de sódio com vinagre. Em 24 horas, verifique se a planta apresenta algum sinal de desconforto.
Utilizações do Bicarbonato de Sódio no seu jardim ou horta
Fungicida
Faça um fungicida natural com quatro colheres de sopa de bicarbonato e cinco litros de água e pulverize, quando necessário, a sua horta ou jardim.
Revitalizar rosas
Misture uma colher de sopa de bicarbonato, meia colher de sopa de amoníaco e uma colher de sopa de sal de Epsom em cinco litros de água e regue as suas rosas. Vai ficar surpreendido com os rápidos resultados.
Controlo de ervas espontâneas
Não gaste dinheiro a comprar herbicidas caros e perigosos quando pode fazê-los em casa. Basta pôr bicarbonato nas ranhuras do cimento onde elas costumam nascer e repita até que elas não voltem a despontar.
Fazer o teste de pH
O bicarbonato permite medir a acidez do solo de uma maneira simples. Molhe a terra e deite bicarbonato de sódio. Se começarem a aparecer bolhas de ar, o pH está abaixo de 5 e o solo está ácido.
Tornar os tomates mais doces
Se o tomate tende a ser ácido, coloque bicarbonato à volta da planta e em princípio ficarão mais doces.
Matar lesmas
Se vir lesmas atacarem a horta, basta deitar um pouco de bicarbonato de sódio sobre elas e acabou-se.
Utilizações do Bicarbonato de Sódio

Repelir animais indesejáveis - Para afastar animais como as formigas e os coelhos, basta espalhar bicarbonato de sódio nos limites da horta ou jardim.
Para plantas alcalinas - Plantas como as begónias ou os gerânios gostam de solos alcalinos. O bicarbonato é uma boa solução para pôr na água de rega e vê-las a despontar.
Retirar odores do composto - Fazer composto é a melhor forma de providenciar nutrientes para a horta, às vezes pode acontecer criar mau cheiro. Para combatê-lo, espalhe bicarbonato de sódio ao redor da compostagem para absorver os odores.
Prolongar a vida das flores - Se as flores murcham, experimente colocar bicarbonato no fundo do vaso e vai ver como aguentam bonitas mais tempo.
Limpar vasos de barro usados - Às vezes, não é fácil limpar estes vasos e usar produtos químicos fortes pode ser prejudicial. Lave com bicarbonato de sódio para um bom resultado.
Bicarbonato de Sódio

Lavar as mãos - Trabalhar na horta deixa muitas vezes as mãos com uma sujidade difícil de lavar. Em vez de esfregar com sabão, use bicarbonato. Passe as mãos por água, esfregue e passe novamente por água. Elas ficarão limpinhas!
Matar a lagarta-da-couve - As lagartas-da-couve podem ser uma grave ameaça e causar grandes devastações na horta. Coloque bicarbonato de sódio à volta das plantas ou mesmo sobre as lagartas e elas secam. Repita este procedimento se necessário.

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Budleia (Buddleja davidii) - a árvore-das-borboletas

Budleia (Buddleja davidii) - a árvore-das-borboletas

Nome Científico: Buddleja davidii
Nomes Populares: Budléia, Árvore-das-borboletas, Flor-do-mel, Arbusto-das-borboletas, Lilás-de-verão
Família: Scrophulariaceae
Categoria: Arbustos
Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado
Origem: Ásia, China, Japão
Altura: 0.6 a 2.4 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Sobre a Budleia (Buddleja davidii)


A Budleia é um arbusto vigoroso, de baixa manutenção e de floração abundante. Há muitas variedades disponíveis no mercado, com diferentes tipos de crescimento e com cores que variam desde o branco até ao azul, passando por diversos tons de rosa.
A Buddleja davidii lilás é a espécie mais vulgar. Este arbusto de folha semi caduca cresce muito, podendo atingir os dois metros de altura.
PLANTAÇÃO
Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, leve, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente durante a implantação.
Pode ser plantado em áreas do litoral, tolerando bem os ventos e solos com sal. A sua manutenção é simples. Resiste também a curtos períodos de estiagem, depois de bem estabelecido, mas não aprecia encharcamentos, que rapidamente apodrece as suas raízes.
Estimule novas florações removendo as velhas inflorescências.
No fim do inverno, faça uma poda mais profunda para renovar o vigor e a beleza da planta. Não utilize insecticidas na planta durante a floração. Multiplica-se por sementes e estaca de ramos semi-lenhosos, postos a enraizar na primavera.
Dado o seu crescimento muito vigoroso, deve ser calculado espaço ao redor das budleias para permitir o seu desenvolvimento. Estes arbustos podem ser plantados junto ao litoral com exposição marítima e toleram locais ventosos. As variedades mais anãs podem ser plantadas em vaso numa varanda ou terraço com sol.
Tratam-se de plantas muito resistentes a pragas e doenças.
Budleia (Buddleja davidii)

Este arbusto rústico oferece panículas azuis de lavanda com 15 cm de comprimento, de Junho a Outubro. De suas muitas pequenas flores azuis com coração amarelo-alaranjado, reunidas em aglomerados densos, emergem de uma bela folhagem verde-prateada, coroada com numerosas borboletas atraídas pelo seu doce perfume.
O seu tamanho modesto é particularmente adaptado aos pequenos espaços e às massas de plantas perenes.
USO DECORATIVO E PAISAGISMO
Para o paisagismo é um adendo excelente, principalmente para quem gosta de ter borboletas no jardim.
Combinar a budleia com arbustos coloridos como crótons (Codieum variegatum), hamamélis (Loropetalum chinense ) ou azaléas (Rhododendrum spp.), que têm florações em outras estações.
árvore-das-borboletas

Poda da Budleia
A budleia necessita de poda anual para garantir rebentos novos mais fortes e com mais profusão de flores. Esta poda de manutenção anual deve ser realizada no fim do inverno, início da primavera, com o objectivo de eliminar os ramos mais velhos e lenhosos.
Deste modo, estimulamos a produção de novos ramos e garantimos flores mais bonitas. Se as budleias não se podarem todos os anos, vão ficando pouco atractivas, muito densas, cheias de ramos finos, débeis e sem flores.
Sabia que…
A buldeia é conhecida por ser a árvore ou arbusto-das-borboletas. As suas flores são perfumadas, com uma fragrância semelhante a mel, e ricas em néctar, atraindo uma grande variedade de borboletas e abelhas.

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Flor de jade - Família das Leguminosas

Flor de jade - Família das Leguminosas

O nome “flor de jade” surgiu precisamente porque a sua coloração é semelhante à da pedra preciosa de nome Jade, ou seja, uma mistura de azul e verde.
A Flor de Jade é originária das Filipinas e é da família das Leguminosas.
Ela pode chegar a aproximadamente 20 metros de comprimento, mas na maioria das vezes não ultrapassa o valor entre 7 a 9 metros. A flor de jade é bastante rara e é um tipo de trepadeira que pode ser utilizada para enfeitar jardins formando uma linda paisagem devido à sua enorme beleza.

Flor de jade prefere locais quentes e húmidos


A flore de jade aparece em cachos, aglomerada e surge na época de fim de Inverno e inicio de Primavera. Os locais preferidos dela são os quentes e bem húmidos e para estas plantas o que se recomenda é o solo arenoso e rico em matérias orgânicas.
Quando é plantada em locais mais quentes ela pode ficar em locais de meia sombra, enquanto que em locais frios é necessário receber a luz solar directamente durante grande parte do dia.
A trepadeira-jade foi bastante estudada por pesquisadores ao longo do tempo, o que lhe rendeu o nome científico de Strongylodon macrobotrys. Mesmo assim, a planta é bastante conhecida pelos seus dois nomes populares: Trepadeira-jade e Trepadeira-filipina.
Da família Fabaceae, a espécie faz parte da categoria das trepadeiras e cresce muito bem em diversos climas do planeta, incluindo o Equatorial, Oceânico, Subtropical e o clima Tropical, comum a várias espécies da sua família. No geral, as trepadeiras costumam desenvolvem-se muito bem nos continentes tropicais.
Flor de jade
Uma das curiosidade a cerca da espécie trepadeira-jade, além de possui características exóticas é que nas Filipinas,
elas acabam deixando os beija-flores de lado quando o assunto é atrair agentes polinizadores. Neste caso, o principal polinizador da espécie em todo território filipino são os morcegos.
O formato das flores é bastante curioso, podendo parecer com garras alongadas e invertidas. Além disso, no que diz respeito  À sua tonalidade, as pétalas parecem brilhar sob os tons de azul turquesa misturado com uma coloração quase que perolada.

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Saiba como recuperar as plantas secas

Saiba como recuperar as plantas secas

Já lhe aconteceu cair de amores por uma planta viva, verdejante e colorida no mercado, levá-la para casa feliz da vida, e passado uns tempos ela começar a ficar triste, murcha, acabando por secar?
Que atire a primeira pedra aquele a quem isto não aconteceu!
Na maioria das vezes nas plantas secas o que acontece é as folhas desprenderem-se, as restantes débeis e a terra seca.
Neste caso, deve primeiro sacudir delicadamente a planta para remover as folhas mortas.
Em seguida, mergulhar o vaso numa bacia maior com água, mas sem fertilizante. Nunca se deve adubar quando a planta está seca.
Deixe o vaso submerso cerca de 10 minutos até a terra encharcar e volte a ter um volume adequado. A planta deve ser bem regada para estimular a hidratação. Após este tempo, remova a planta e deixe escorrer.
Se a planta esteve exposta numa área iluminada, é aconselhável removê-la para uma mais protegida da luz, dando tempo para que recupere o seu sistema radicular. Quando a planta recuperar o seu vigor, pode colocá-la no local anterior.
Nas semanas seguintes ainda podem cair algumas folhas e, inclusive, pontas de alguns ramos podem secar.
Saiba como recuperar as plantas secas

É nesta altura que deve manter a planta devidamente regada.
A partir da segunda semana, pode os ramos danificados e adube-a.
As folhas murchas é sinal de desidratação, então borrife as folhas e evite as flores. Borrife até pingar água. Verifique a terra e se estiver seca aguarde até sair água pelos furos.
A causa para a saúde frágil da sua planta pode ser a escassez de espaço para crescer, o que impede as raízes de se desenvolverem e fornecerem os nutrientes necessários às folhas e caules.
Assim, como primeira abordagem, sugerimos-lhe que mude a planta para um vaso maior. Cerca de três centímetros em diâmetro devem ser suficientes para que as raízes se desenvolvam e a planta prospere, sem o risco de ser demasiado grande para o seu tamanho.
plantas secas

Saiba como recuperar as plantas secas
Informe-se bem sobre as características de terra e de nutrientes de que a sua planta em específico necessita. Para isso utilize a internet ou as etiquetas que normalmente são fornecidas com a compra das plantas, se ainda as tiver.
Pode também tentar adubos naturais, como cascas de ovos, borras de café ou cascas de frutos, mas se conseguir produzir o seu próprio composto, ou adubo, conseguirá um produto de muito melhor qualidade e ainda poupará dinheiro, além de ser benéfico para o meio ambiente.
Observe o comportamento da planta por alguns dias. O ideal é que o solo permaneça húmido e aos poucos ela vá recuperando o seu vigor. Se isso não acontecer, infelizmente era tarde demais para a sua plantinha.

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Cleome – Cleome hassleriana

Cleome – Cleome hassleriana

Nome Científico: Cleome hassleriana
Nomes Populares: Cleome, Beijo-fedorento, Mussambê, Mussambê-fedorento, Planta-aranha, Sete-marias
Família: Cleomaceae
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Flores Anuais, Flores Perenes, Plantas Aquáticas, Plantas Palustres
Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: América do Sul
Altura: 0.6 a 1.8 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Sobre a Cleome (Cleome hassleriana)


A cleome é uma planta adaptada a qualquer clima presente da América do sul, incluindo todos os seus países de origem como a Argentina e o Paraguai, por exemplo. Há indícios de que ela tenha origem em outros locais como o Uruguai e até mesmo o sudeste do Brasil.
O cleome é um arbusto semi-herbáceo e muito florífero, de ramagem erecta, ramificada e espinhenta, que pode alcançar de 0,6 a 1,5 metros de altura.
Flores
As inflorescências acontecem de forma terminal e costumam desenvolver-se em épocas como a primavera ou o verão. As flores são delicadas e possuem um formato globuloso.
Os seus longos estames contribuem para toda a beleza das flores, mas os tons diversos que podem ocorrer é o que mais impressionam botânicos e paisagistas.
As inflorescências podem aparecer nas seguintes cores: rosa, branca ou creme.
Cleome – Cleome hassleriana

O plantio
A espécie é uma daquelas que adora o sol pleno e a combinação de solo fértil e matéria orgânica aos montes. As terras deverão estar permanentemente húmidas e deverá ser irrigada regularmente.
É facilmente adaptável a terrenos alagadiços e pode ser plantada em volta de lagos e espelhos d’água, embora o seu desenvolvimento não permita este fato.
O cleome presta-se muito bem para a formação de maciços ou grupos, além de bordaduras ao longo muros. Podemos utilizá-lo como planta palustre, pois gosta de muita humidade. Também podemos plantar cleomes em vasos grandes e jardineiras. Ele acrescenta um toque romântico ao jardim.
Por exigir pouca manutenção, muitos optam pela espécie para colocá-la em pequenos quintais. Apenas uma adubação simples e mensal, além das regas constantes, é suficiente para manter este arbusto de pé por um longo tempo, sem precisar se preocupar com pesticidas e outros produtos de cultivo.
Podas regulares
Um aspecto importante e que não pode ser deixado de lado são as podas regulares da Cleome. Elas devem ser podadas regularmente, pois estimulam o adensamento da mesma, além de proporcionar a sua maior compactação ao longo do desenvolvimento.
Assim, com as podas feitas da forma correta, o tamanho e o crescimento da espécie poderão ser devidamente controlados sem maiores problemas até mesmo porque em pequenos quintais ela não deverá espalhar-se muito. Lembre-se que é muito importante podar principalmente os galhos e ramos mais altos.
Assim como a poda constante é importante para a planta, a remoção de flores velhas também será. Esta acção poderá estimular de vez as novas brotações que virão a cada dia, mais resistentes a qualquer clima ou temperatura. Com isso, o período de floração poderá se estender a cada novo ciclo.
Cleome – Cleome hassleriana

Aparecimento de pequenos frutos
Há quem diga que a Cleome possui alguns frutos dependendo da espécie em questão. Na verdade, com o seu desenvolvimento sadio, podem surgir algumas vagens que se dependuram dentre as flores. Esses frutos começam a surgir após a polinização das florações e é possível observá-los na parte inferior das hastes florais.
Mais informação em https://pt.wikipedia.org/wiki/Cleome 

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Alho-social – Tulbaghia violacea

Alho-social – Tulbaghia violacea

Nome Científico: Tulbaghia violacea
Nomes Populares: Alho-social, Tulbalgia
Família: Amaryllidaceae
Categoria: Bulbosas, Ervas Condimentares, Flores, Flores Perenes, Forrações ao Sol Pleno, Gramados e Forrações, Medicinal, Plantas Hortícolas
Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: África do Sul
Altura: 0.1 a 0.6 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Sobre o Alho-social


O Alho-social é uma planta usada de forma ornamental por possuir flores com um leve aroma de alho, além de ser bem resistente, podendo ser plantada tanto em regiões tropicais quanto e subtropicais.
O alho-social é uma planta herbácea, bulbosa, entouceirada e florífera, originária da África do Sul e amplamente utilizada em jardins pelas suas qualidades ornamentais e baixa manutenção. As suas folhas tem forma longa e afilada, como fitas. Elas são carnosas, com um forte aroma de alho e cor verde-escura, na forma típica.
É uma planta herbácea, de ciclo de vida perene (vive mais de um ano), que fica em média de 40 a 60 cm de altura.
O alho-social é presença constante em jardins planejados, pois é uma planta bastante versátil, fácil de cuidar e de extrema beleza e efeito. Esta planta de aspecto delicado e elegante pode compor maciços ou bordaduras sob sol pleno.
As suas inflorescências são do tipo umbela e surgem em pedúnculos altos acima da folhagem. As suas flores, com seis pétalas formam uma estrela, são tubulares, docemente perfumadas e de cor lilás ou branca.
Os frutos são cápsulas triangulares que, quando maduras, abrem naturalmente libertando as sementes pretas.
Alho-social – Tulbaghia violacea

Como cuidar do alho-social
Devido a sua resistência a diferentes temperaturas e ao sol, essa planta pode ser cultivada, num jardim, local onde proverá uma cobertura de cerca de meio metro e flores cheirosas de diferentes cores.
Também pode ser cultivada em locais frios ou em vasos, embora graças ao seu aspecto não é comumente utilizada dentro de casa em pequenos vasos, e sim em grande quantidade em áreas amplas.
Deve-se utilizar solo bem fertilizado com adubo orgânico e em caso de regiões de solo muito pobre, enriquecido com adubo com bastante fósforo para auxiliar a floração. É aconselhável também ter solo de boa drenagem para que o acumulo excessivo de água não favoreça o desenvolvimento de doenças causadas por fungos.
Plante-as com espaçamento de cerca de dez centímetros entre cada muda para facilitar o desenvolvimento da planta durante sua juventude, com o passar do tempo o jardim se tornará mais encorpado tapando os vãos.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, leve, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Apesar de vegetar em locais semi-sombreados, florescerá menos nestes locais e crescerá com menos vigor.
Tolera o frio, mas deve ser protegida de geadas fortes.
Resistente à curtos períodos de estiagem. Não resiste a encharcamentos prolongados.
Fertilize mensalmente durante a primavera e o verão para uma intensa floração. Replante a cada 3 ou 4 anos, enriquecendo o substrato. Multiplica-se facilmente por sementes ou por divisão das touceiras durante o inverno.
Alho-social

Sabia que…
O género compreende cerca de vinte espécies quase todas naturais da África do Sul onde crescem em habitats de montanhas rochosas.
Alguns autores defendem que esta planta pertence à família Amaryllidaceae incluindo-a na subfamília Allioideae, outros incluem-na junto das cebolas e dos alhos (do gênero Allium) na família Alliaceae.
Consta que o nome comum “alho-social” está relacionado com o seu uso comestível, tendo em conta que quando ingerido não provoca mau hálito ao contrário do alho comum.
Mais info: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tulbaghia

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Cadeira de Sogra – Echinocactus grusonii

Cadeira de Sogra – Echinocactus grusonii

Nome Científico: Echinocactus grusonii
Nomes Populares: Cadeira de Sogra, Cacto-bola, Poltrona-de-sogra
Família: Cactaceae
Categoria: Cactos e Suculentas
Clima: Equatorial, Semi-árido, Subtropical, Tropical
Origem: América do Norte, México
Altura: 0.6 a 0.9 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Sobre a Cadeira de Sogra (Echinocactus grusonii)


A Echinocactus grusonii é o nome dado para a Cadeira de Sogra na biologia. Esta planta tem origem na América do Norte e a sua maior incidência é do México.
O seu nome provém do grego echinos, significando ouriço, conseguindo espelhar na perfeição o aspecto da planta, já que está coberta de afiados espinhos amarelos.
Tem uma forma arredondada, cerca de 80cm de diâmetro, 15cm de largura e 15 de altura, embora os selvagens possam atingir mais de 1 metro de altura. Este tipo de cactus tem um caule globular, espalmado no topo. São esverdeados, com espinhos amarelos e dourados.
Características Gerais da Cadeira de Sogra
Categorizada como uma planta suculenta e também um cacto, a cadeira de sogra é uma planta de ciclo de vida perene.
Jardins com inspiração desértica, no estilo mexicano e jardins de pedras são perfeitos para encaixar esta cadeira. Coleccionadores de cactos costumam cultivá-la em vasos largos e rasos, com pedriscos.
Os espinhos são longos e apresentam-se na forma reta ou curvada, dependendo muito do tipo da planta. As cores sempre amarelas e em casos mais raros, eles aparecem na cor branca. As flores da cadeira de sogra são amarelas também e brotam sempre no verão, ao redor da coroa que forma a planta.
Um detalhe muito importante é que elas só aparecem quando a planta atinge 20 anos de vida e depois da primeira floração, as flores voltam a aparecer sempre na mesma época.
Cadeira-de-sogra – Echinocactus grusonii

CULTIVO
A sua localização perfeita depois de já estarem um pouco crescidos, é num lugar ensolarado, mas muito sol pode chegar a queimar, de modo que também precisam de um pouco de sombra.
Pode aguentar sem problemas as temperaturas mais extremas já que tanto resiste às temperaturas mais frias como às mais quentes. No caso de cactus jovens, é preciso protegê-los do sol para evitar que se queimem, enquanto que os adultos podem receber muita luz solar.
A planta gosta de sol, assim como todo cacto, portanto o canteiro deve ficar a sol pleno e caso opte por cultiva-la num espaço interno ou que não tenha acesso com muito sol, pode deixar a meia sombra, mas que receba luz solar pelo menos 4 horas por dia.
Cadeira de sogra

Típica de regiões onde o clima é mais quente, a cadeira de sogra não vai resistir a cultivos feitos em regiões com o clima frio ou geadas.
A multiplicação da planta é feita por sementes que devem ser lançadas em solo devidamente tratado.
Este cacto é uma planta que se propaga através da dispersão das sementes geradas pela própria planta. Esse tipo de reprodução consiste em colocar as sementes em covas feitas em locais apropriados para o cultivo e tomar os cuidados exigidos pela espécie vegetal (temperatura, irrigação, solo e etc.) para que ela consiga desenvolver-se.
Deite um substrato especial para cactos, misturado com um pouco de cascalho para que não fique todo no fundo. Deve ser regado de forma regular no verão, mas não em abundância, para que a terra não fique encharcada; aproximadamente a cada 15 dias e no inverno apenas quando o topo do solo estiver muito seco.
O fertilizante vai ajudar a crescer com todo o seu esplendor.
Considerações Finais
Esta espécie vegetal globosa de grande efeito estético e ornamental compõe belíssimos canteiros de cactos e outras plantas suculentas, preenchendo bem os espaços onde são cultivadas.
Também é muito utilizada como planta de ambientes interiores, devido a grande facilidade de cuidar dela, como também pelo fato de produzir flores vistosas, bonitas e brilhantes.
O Cacto Cadeira de Sogra é uma espécie vegetal resistente, com espinhos coloridos e que chamam a atenção das pessoas, sendo bastante usada para fins paisagísticos.
Mais info em https://pt.wikipedia.org/wiki/Echinocactus_grusonii
 

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Flor-batom - Aeschynanthus radicans

Flor-batom - Aeschynanthus radicans

Nome Científico: Aeschynanthus radicans
Nomes Populares: Flor-batom, Planta-batom
Família: Gesneriaceae
Categoria: Flores Perenes
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia
Altura: 0.1 a 0.3 metros
Luminosidade: Luz Difusa, Meia Sombra
Ciclo de Vida: Perene

Sobre a Flor-batom


À primeira vista olhando para as fotos dá logo para perceber porque é que se chama flor-batom. A flor desta planta parece tal e qual um batom. Por isso, é uma flor que agrada muito às mulheres, pois apela à feminilidade.
Estas flores aparecem normalmente no Verão, e a cor é normalmente vermelha tal como a de um batom clássico. A flor tem o formato de um cilindro e por esta característica em específico, as flores atraem os beija-flores.
Flor-batom

Deve ser cultivada sob meia-sombra ou protegida do sol directo, mas sob boa iluminação, em solo fértil, bem drenável, rico em húmus e irrigado a intervalos regulares. Não tolera correntes de ar, encharcamentos ou geadas. Também não aprecia “trocas de lugar”.
Pode tanto ser plantada dentro de casa em vasos e potes como também fora de casa em jardins. É muito comum colocar esta planta em cestas penduradas em algo devido ao seu aspecto pingente. Sendo o vermelho uma cor romântica, estas plantas combinam muito bem com esse tipo de decoração.
Apesar de tudo é uma planta sensível. É preciso regá-la com frequência, e não é nada resistente. Ventos, temperaturas frias e geadas são coisas que esta planta odeia, pelo que é preciso protegê-la muito bem no Inverno.
Aeschynanthus radicans

Planta-batom é muito ornamental, mesmo sem flores
Pode servir para decorar ambientes interiores com boa luminosidade.
Além das flores curiosas e belas, a flor-batom tem uma folhagem de textura média e tonalidade levemente bronzeada. Por ser pendente, é indicada para o cultivo em cestas suspensas, jardineiras e outros locais onde possa derramar sua folhagem e flores, geralmente em interiores bem iluminados ou em varandas e pátios.
Mais fotos: https://www.pinterest.pt/pin/237916792787759986/

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Aeschynanthusradicans Flor-batom Gesneriaceae

Ora-pro-nobis – Pereskia aculeata

Ora-pro-nobis – Pereskia aculeata

Nome Científico: Pereskia aculeata
Nomes Populares: Ora-pro-nobis, Trepadeira-limão, Carne-de-pobre, Groselha-da-américa, Orabrobó, Lobodo, Lobrobô, Lobrobó, Rogai-por-nós, Rosa-madeira, Jumbeba, Azedinha, Surucucú, Lobolôbô, Espinho-de-santo-antónio
Família: Cactaceae
Categoria: Arbustos, Cercas Vivas, Folhas e Flores, Plantas Hortícolas, Trepadeiras
Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Semi-árido, Subtropical, Tropical
Origem: América Central, América do Norte, América do Sul, Argentina, Brasil, México, Paraguai, Peru
Altura: 6.0 a 12 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Sobre a Ora-pro-nobis


A ora-pro-nobis é uma trepadeira ou arbusto lenhoso e tropical, de qualidades como comestível e ornamental.
Diz a lenda que os moradores de um vilarejo colhiam as folhas da planta no quintal da igreja, enquanto se ouvia o padre rezar, por isso o nome “ora-pro-nobis”.
Ela pertence à família das cactáceas, mas é uma espécie bastante diferente dos cactos que estamos acostumados a ver, sendo considerada um representante primitivo da família.
Embora seja um cacto por classificação, é uma planta que precisa de suportes ou apoios onde possa ir acomodando seus ramos flexíveis e espinhentos.
Ora-pro-nobis

O nome curioso da Ora-pro-nobis vem no latim e significa “rogai-por-nós”
Possui folhas comestíveis de alto valor nutricional, como todas as variedades de Ora-pro-nobis: é um vegetal rico em ferro, ajuda a curar anemias das mais graves. Utilizam-se as folhas frescas ou secas e moídas na forma de pó. Também usada no preparo da farinha múltipla, complemento nutricional no combate à fome.
As suas folhas são ricas em mucilagem, o que contribui para o bom funcionamento do intestino.
As folhas e flores são usadas em diferentes receitas, especialmente em sopas, omeletes, tortas e refogados. Muita gente prefere consumir as folhas cruas em saladas, acompanhando o prato principal.
As flores têm alto potencial apícola, e dão origem à pequenos frutos que podem ser consumidos como geleias ou conservas.
Pereskia aculeata

Outros usam-nas como mistura para enriquecer farinha, massas e pães em geral
Possui 25,4% de proteínas (das folhas secas) e é de muito fácil cultivo e adaptação, sendo por isso conhecido como “carne dos pobres”. Apresenta elevados teores de vitaminas A, B e C, ferro e minerais como cálcio e fósforo.
No paisagismo, esta belíssima espécie, pode ser conduzida com trepadeira, servindo para cobertura de pérgolas, caramanchões, acompanhando cercas e coroando muros também.
A sua elasticidade também permite que se faça dela uma excelente cerca-viva, bastante defensiva, devido aos espinhos. Para conduzi-la assim, basta que se façam podas de formação durante o crescimento, que estimulam a ramificação e o adensamento da planta.
Uma boa cerca-viva de ora-pro-nobis (Pereskia aculeata), funciona como quebra-vento, não deixa passar invasores e não permite que animais domésticos, mesmo pequenos, fujam.
Floresce no verão e outono, despontando inflorescências do tipo panícula, com numerosas flores brancas ou levemente rosadas, dobradas, com o centro alaranjado e um característico perfume de limão.
Repleta de flores, o Ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata) deixa qualquer ambiente mais bonito
Perfumadas, pequenas, brancas com miolo alaranjado e ricas em pólen e néctar, as flores brotam na ora-pro-nóbis de Janeiro a Abril. De Junho a Julho, ocorre a produção de frutos em bagas amarelas e redondas.
Sua rusticidade permite que seja cultivada em diversos tipos de solo, inclusive não exige que eles sejam férteis. A ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata) também se desenvolve em ambientes com incidência de sol ou meia–sombra.
Inicie o plantio no começo do período das chuvas. A hortaliça é resistente à seca, mas o acesso à água nessa fase do cultivo estimula o crescimento dos ramos.
https://www.youtube.com/watch?v=yMUJ8Ov1fv8
CUIDADOS
Embora seja pouco exigente em adubações, mantenha bom nível de matéria orgânica no solo para um pleno desenvolvimento das plantas e boa produção de folhas.
Faça manutenção a cada dois meses e execute podas dos ramos a cada 75 a 90 dias na estação chuvosa e a cada 90 a 100 dias na estação seca, quando a planta deve ser irrigada.
Pão e macarrão verdes
As folhas do ora-pro-nobis, desidratadas, contém 25,4% de proteína; vitaminas A, B e C; minerais como cálcio, fósforo e ferro. É uma planta que merece atenção especial por seu alto valor nutritivo e facilidade de cultivo, inclusive doméstico.
Por apresentarem fácil digestão, as folhas da planta podem ser usadas de diversas formas. Uma boa alternativa é triturá-las com água no liquidificador e juntar à massa do pão, acrescentando ao alimento mais nutrientes e uma atraente cor verde. O mesmo pode ser feito com a massa de macarrão. As folhas podem também enriquecer saladas, refogados, sopas, omeletes, tortas ou mesmo dar mais riqueza ao nosso velho arroz-com-feijão.
O cultivo mecanizado e o processamento industrial do ora-pro-nobis poderiam representar uma revolução nos recursos alimentícios da humanidade. No entanto, essa planta é pouco conhecida.
Ela poderia integrar planos de governo na recuperação de áreas degradadas e no combate à fome, mas os políticos são cegos para o que o povo precisa.
Assim, enquanto o ora-pro-nobis não desperta interesse no plano governamental, o cultivo doméstico pode representar o primeiro passo para a abertura de uma nova alternativa para as regiões áridas.
Os estudos para o desenvolvimento genético dessa planta poderiam trazer grandes benefícios, mas enquanto isso não acontece, o ora-pro-nobis pode ser cultivado em jardins e quintais, onde suas propriedades nutricionais e ornamentais têm a oportunidade de ser exploradas.
Pereskia aculeata

Benefícios da ora-pro-nóbis para a saúde
Com alto teor de fibras, a planta ora-pro-nóbis auxilia no funcionamento intestinal e consegue promover maior saciedade, podendo ser utilizada em estratégias de emagrecimento.
Também rica em vitamina C, vitamina A e ferro, ela consegue fortalecer o sistema imunológico, combater os radicais livres e é uma grande aliada contra a anemia.
Mais info: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pereskia_aculeata

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Cactaceae Ora-pro-nobis Pereskiaaculeata

Campânula – Campanula persicifolia

Campânula – Campanula persicifolia

Nome Científico: Campanula persicifolia
Nomes Populares: Campânula
Família: Campanulaceae
Categoria: Flores, Flores Perenes
Clima: Subtropical, Temperado
Origem: Ásia, Europa
Altura: 0.4 a 0.9 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Bienal, Perene

Sobre a Campânula


A Campânula é original do norte de Itália e a explicação de seu nome encontra-se na sua forma de “sino”.
Também conhecida pelo nome de Rapunzel, e, tal como no conto dos Irmãos Grimm, em que a bela jovem solta o seu longo cabelo do topo da torre, as hastes verdes da Campânula também crescem rápido, e de forma abundante, trepando qualquer superfície, podendo ser encontrada como se fosse um tapete natural ao longo de formações rochosas.
No lendário conto, Rapunzel com seu canto atrai um belo príncipe que sobe a torre escalando através do seu cabelo.
A Campânula também tem o poder de atracção graças às suas atraentes flores e o seu ar alegre e primaveril.
Campanula persicifolia

Características das Campânulas
As campânulas encontram-se classificadas dentro do grupo de ervas perenes que conformam a família das Campanulaceae. Estas plantas são originárias da Transilvânia e também da zona dos Montes Cárpatos, por isso conhece-se também como Candeeiro dos Cárpatos.
Esta planta é de grande beleza e conta com umas folhas especiais de tipo dentadas. Desta forma possuem forma oval. As flores que esta planta produz possuem uma forma característica de sino pelo qual se as conhece como campânulas.
Suas folhas são ovais acuminadas levemente denteadas nas bordas, com dois tipos formato de folhas, as formadas na base têm pecíolos e as que acompanham o pendão floral são sésseis, saindo direto do talo.
Suas flores têm a forma de um pequeno sino, pendente, de cor azul e se apresentam reunidas em inflorescência do tipo espiga.
Além de ser uma flor linda e vistosa, a campanula tem uma outra vantagem para quem escolhe plantá-la no próprio jardim, o período de floração, que é bem mais longo que tantas outras espécies. As flores da campanula aparecem do final da primavera até o início do verão, porém, elas normalmente surgem no segundo ano depois que foram plantadas.
Quando não é época da floração, elas ainda ficam com espigas eretas, mesmo assim com muitas flores grandes, sempre em forma de sino, algumas são normais e outras se apresentam dobradas, as cores variam, podem ser: azul, branca, roxa ou rosa.
A diferença de tonalidade dependerá do cultivar.
Campânulas

A Campanula persicifolia é uma planta perene, herbácea e muito florífera, originária de regiões alpinas da Europa e oeste da Ásia.
Graças a sua resistência ao sol se plantada em locais de clima ameno, podemos utilizá-la tanto em vasos na varanda quanto em grande quantidade formando moitas densas e floridas na base de árvores maiores.
Floresce do final da primavera ao verão, despontando inflorescências em ramos terminais, com flores grandes e em formato de sino aberto, terminando em cinco pontas como uma estrela. Elas podem ser azuis, brancas, lilás ou róseas, de acordo com a cultivar.
Após a floração, pode-se cortar fora as flores velhas, estimulando assim um novo florescimento. Multiplica-se por divisão das touceiras, estaquia e por sementes. As sementes germinam entre 14 e 28 dias, necessitam de luz e substrato mantido húmido.
Logo após a germinação podem ser cobertas com um fina camada de substrato e devem ser transplantadas para os saquinhos quando tiverem duas folhas verdadeiras.
As mudas devem ser beliscadas durante o desenvolvimento, para que produzam touceiras mais densas.
https://youtu.be/gos72PqMWZg
Cultivo da Campânula
As campânulas adicionam delicadeza e charme ao jardim. Suas flores azuladas combinam perfeitamente com jardins no estilo inglês “Cottage“, informais e com uma aura campestre e romântica ao mesmo tempo.
Para um efeito mais interessante convém plantá-la em grupos, formando maciços ou em bordaduras mistas. Versátil, é comum o seu uso para cobrir o caule desfolhado de arbustos e roseiras.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Não tolera o calor forte do verão.
MUDAS E PROPAGAÇÃO
Depois de estabelecido o canteiro, uma forma de propagação é a vegetativa, retirando pedaços do rizoma da touceira para transplante.
Mas também podem ser usadas suas sementes para a propagação, semear depois de passado o frio, na primavera ou verão, em caixotes com composto orgânico. O tempo de germinação poderá ir de 7 até 21 dias conforme a temperatura da região.
Semear a uma profundidade de 0,5 cm, umas 4 a 5 sementes / cova, cobrindo com areia ou terra seca peneirada. Regar e conservar o substrato levemente úmido com regas frequentes.
Deixar em local protegido do sol e das chuvas. O transplante poderá ser feito quando a muda atingir cerca de 10 cm de altura, para canteiros ou vasos.
As mudas devem ser beliscadas durante o desenvolvimento, para que produzam touceiras mais densas.
REGUE A CAMPANULA REGULARMENTE

REGUE AS CAMPANULAS REGULARMENTE
A flor deve ser regada de uma a duas vezes por semana durante a primavera, verão e outono. Já no inverno, diminua a irrigação para uma vez a cada duas semanas.
Em dias chuvosos, evite regar as plantas para que elas não fiquem encharcadas e apodreçam. É fundamental que ela receba a luminosidade e irrigação que precisa para florescer e permanecer sempre bela.
Significado das Campânulas
A esperança é o principal significado desta planta. Por isso oferecer uma destas flores como presente a alguem que perdeu um amor ou um ente querido, é uma boa forma de o consolar.
Mais informações na wikipedia.

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Campânula Campanulapersicifolia Campanulaceae